Quando falamos de violência infantil, falamos de dor, de silêncio e de urgência. Mas também falamos de responsabilidade coletiva.
A criança se constrói a partir dos vínculos, dos afetos e das experiências vividas nos primeiros anos. O que é oferecido nesse tempo — cuidado, escuta, presença — se torna base para toda a sua vida emocional.
Quando essa base é atravessada pela violência, ficam marcas profundas. Marcas que podem se manifestar anos depois, em silêncios, em somatizações, em relações difíceis consigo e com o mundo.
Enquanto sociedade, precisamos aprender a olhar. A escutar. A perceber os sinais. E, sobretudo, a proteger.
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